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Jovem desaparecida no DF e encontrada morta e assassino pode ser serial killer

ASSASSINO CONFESSOU ONDE DEIXOU O CORPO DA JOVEM DESAPARECIDA NA SEXTA-FEIRA (23)

O assassino confessou ter matado Letícia Sousa Curado, de 26 anos, estava desaparecida desde sexta-feira (23/08/2019) na região de Planaltina, onde morava com o marido e o filho de 3 anos.

Ele um cozinheiro identificado como Marinésio dos Santos Olinto, 41 anos, disse à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) que matou outra mulher: Genir Pereira de Sousa, 47 anos, Genir foi encontrada dia 12 de junho morta em um matagal também. Ela havia desaparecido no dia 2 de junho. E hoje, o assassino confessou ter sido responsável pela morte dela.

A Polícia Civil, apura se ele fingiu ser motorista de transporte pirata para atrair e matar outras mulheres, além de Letícia e Genir. De acordo com o delegado-chefe da 31ª DP (Planaltina), Fabrício Augusto Machado, não estão descartadas as suspeitas de que Marinésio tenha sido o autor de crimes semelhantes.

 “Buscamos outras ocorrências cujo modus operandi se assemelha muito a esse: pessoas do sexo feminino que desapareceram após serem abordadas em paradas de ônibus. Mas ainda é tudo muito superficial”, afirmou, em coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira (26/08/2019).

Durante a repercussão dos assassinatos, a delegada Jane Klébia, da 6ª DP, confirmou mais três vítimas sobreviventes. 

As três vítimas sobreviventes compareceram à 31ª Delegacia de Polícia nesta noite e reconheceram o cozinheiro. Segundo uma das vítimas, da mesma forma que as outras duas mulheres, ela aceitou uma carona, mas ao ser atacada conseguiu saltar do carro e fugir.   

Existem semelhanças entre os assassinatos de Letícia, Genir e a agressão à terceira vítima. Em todos os casos as vítimas foram vistas em uma parada de ônibus de Planaltina e entrando em um carro que retornou após passar pelo ponto uma vez. Além disso as vítimas de assassinatos foram encontradas em um matagal.

O primeiro assassinato descoberto foi o de Letícia. Ela desapareceu na última sexta após sair para trabalhar e foi encontrada nesta segunda (26/08), morta em um matagal. Acompanhado da advogada, o assassino levou os policiais até o corpo.

Ainda segundo Machado, há a possibilidade de Letícia ter sido abusada sexualmente. “Na carona que deu para ela, Marinésio parou o carro na DF-130 e teria perguntado se havia a possibilidade de os dois terem uma relação sexual, dando início a uma discussão. Ela começou a gritar e, naquele momento, segundo o relato dele, ele a teria esganado.”

Marinésio foi preso no domingo (25/08/2019), dois dias depois do desaparecimento de Letícia. De acordo com fontes policiais, o suspeito levou os investigadores ao local do crime. O cadáver estaria dentro de uma manilha perto da fábrica de sementes Pioneer, na DF-250.

À PCDF, Marinésio teria dito que conhecia a vítima de vista. Relatou ter parado no ponto de ônibus e oferecido carona para a jovem até a rodoviária do Paranoá. Ela teria aceitado e, no caminho, o homem teria assediado Letícia, que recusou a investida.

Marinésio, então, teria esganado a funcionária do MEC até a morte e escondido o corpo dela em manilha situada às margens de uma estrada que fica na região do Vale do Amanhecer, em Planaltina. Após matar a mulher, confessou ter furtado os pertences pessoais de Letícia, segundo fontes da PCDF.

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