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João Pinheiro está na lista das cidades do nível crítico da Onda Vermelha em Minas Gerais

Decisão foi deliberada pelo Comitê Extraordinário Covid-19 e passa a valer no próximo sábado (22), quando será publicada no Diário Oficial

O governo de Minas Gerais divulgou, nesta quinta-feira (20), que a macrorregião de saúde do Jequitinhonha registrou piora nos indicadores da Covid-19 e regredirá para o patamar crítico da pandemia, a “Onda Vermelha”.

Decisão foi deliberada pelo Comitê Extraordinário Covid-19 e passa a valer no próximo sábado (22), quando será publicada no Diário Oficial.

Todas as outras regiões serão mantidas nas ondas definidas na semana passada. Assim, permanecem na onda amarela Norte, Sudeste, Triângulo do Norte e Vale do Aço. As regiões Centro, Centro-Sul, Leste, Leste do Sul, Nordeste, Noroeste, Oeste, Sul e Triângulo do Sul seguem na onda vermelha.

Apesar da piora da macrorregião Jequitinhonha, os números gerais do estado apontam para uma melhora dos indicadores. O número de solicitações de internação em UTIs Covid teve queda de 6,71% nas últimas quatro semanas. Atualmente, a ocupação é de 78%, índice 3% menor que na semana anterior. A taxa de positividade se mantém estável em 37%, o que mostra a tendência de platô da pandemia.

Microrregiões

O Comitê Extraordinário Covid-19 também definiu, nesta quinta-feira, mudanças de ondas para algumas microrregiões. Progridem da vermelha para amarela as micros de Araçuaí, Brasília de Minas, São Francisco, Januária, Pirapora, Salinas, Oliveira e Santo Antônio do Amparo.

Já as microrregiões de João Pinheiro, Além Paraíba e São Sebastião do Paraíso também ficam na Onda vermelha. As demais serão mantidas como na semana passada. Vale lembrar que, em caso de divergência entre as ondas da macro e da microrregião, caberá ao prefeito optar por qual recomendação seguir.

Cidades pequenas

As cidades com menos de 30 mil habitantes apresentaram queda na incidência da covid-19 pela quinta semana seguida. Agora, são 91 municípios com incidência abaixo de 50 casos para 100 mil habitantes, podendo progredir automaticamente de onda, independentemente da situação da região em que se encontram.

Matéria atualizada em 20/5, às 13h10. O Comitê Covid se reúne semanalmente e pode haver mudanças nas normas.


Confira a lista completa das cidades no nível crítico:

  • Além Paraíba
  • Alvorada de Minas
  • Araçuaí
  • Aricanduva
  • Berilo
  • Brasilândia de Minas
  • Capelinha
  • Carbonita
  • Chapada do Norte
  • Coluna
  • Conceição do Mato Dentro
  • Congonhas do Norte
  • Coronel Murta
  • Couto de Magalhães de Minas
  • Datas
  • Diamantina
  • Estrela Dalva
  • Felício dos Santos
  • Francisco Badaró
  • Gouveia
  • Itamarandiba
  • Itamogi
  • Jacuí
  • Jenipapo de Minas
  • João Pinheiro
  • José Gonçalves de Minas
  • Lagoa Grande
  • Leme do Prado
  • Minas Novas
  • Monte Santo de Minas
  • Pirapetinga
  • Pratápolis
  • Presidente Kubitschek
  • Santo Antônio do Aventureiro
  • Santo Antônio do Itambé
  • São Gonçalo do Rio Preto
  • São Sebastião do Paraíso
  • São Tomás de Aquino
  • Senador Modestino Gonçalves
  • Serra Azul de Minas
  • Serro
  • Turmalina
  • Veredinha
  • Virgem da Lapa
  • Volta Grand

Vacinação

Em relação à vacinação em Minas Gerais, Baccheretti lembrou que o estado está entre os que possuem maior índice de imunização proporcional à população, ocupando o 6º lugar no país. 
“A população acima de 70 anos tem uma taxa cada vez menor de óbitos, mostrando a eficácia da vacina. Em janeiro não tinha ninguém vacinado; hoje, temos a maior parte da população vulnerável vacinada”, disse.

Os dados já revelam uma queda importante no número de óbitos entre a população que recebeu as duas doses. Entre as pessoas de 90 anos ou mais, a taxa que era de 8,1%, no início da pandemia, caiu para 2,9%. Já para os que têm de 80 a 89 anos a redução foi de 21,7% para 9,8%. Na população de 70 a 79 anos, a taxa de óbitos diminuiu de 28,8% para 16,2%.

“Esperamos que o mesmo aconteça com a população na faixa de 60 anos, uma vez que a eficácia da vacina já está comprovada”, afirmou o secretário de Saúde.

O Estado recebeu, até o momento, 9,3 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Os imunizantes são enviados no menor tempo possível às regionais, nesta que é a maior operação de imunização da história do Minas Gerais.

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