Açougueiro é preso acusado de esquartejar mulher e ocultar partes do corpo em lixeiras em São José do Rio Preto
Câmeras de segurança flagraram o suspeito transportando sacos plásticos na rua; investigações apontam histórico de violência do autor.
Por Redação Sputnik Voz do Povo 3 de agosto de 2026
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO, SP – Um crime bárbaro assustou os moradores de São José do Rio Preto, no interior paulista, nos últimos dias. Um açougueiro foi preso em flagrante pela Polícia Civil acusado de assassinar, esquartejar e ocultar os restos mortais de uma mulher dentro de sacos plásticos jogados em lixeiras públicas da cidade.
O caso provocou forte comoção e mobilizou as equipes de investigação criminal do Estado.
Câmeras de segurança flagraram movimentação suspeita
As investigações avançaram rapidamente após a polícia obter imagens de circuitos de segurança de estabelecimentos e residências na região onde os restos mortais foram encontrados.
Nas gravações, o açougueiro aparece caminhando pela rua durante o período noturno transportando sacos plásticos pesados. As imagens mostram o momento exato em que ele deposita os invólucros dentro de lixeiras da via pública antes de deixar o local.
Dias após a localização dos restos mortais por coletores e pedestres, a Perícia Técnica e a Polícia Civil identificaram o suspeito e efetuaram sua prisão preventiva.
Histórico de violência contra mulher
À medida que as apurações avançavam, os policiais constataram que o homem, natural da Bahia, já possui um histórico criminal e registros de comportamento violento no âmbito doméstico.
Histórico de Agressão: Entre os registros policiais anteriores contra o acusado, consta uma ocorrência em que ele agrediu fisicamente uma ex-companheira para impedi-la de sair de casa para trabalhar. O histórico de violência reforçou o perfil agressivo e controlador do acusado perante as autoridades.
Investigação e perícia médica
A equipe pericial realizou varreduras na residência do suspeito e no açougue onde ele trabalhava, em busca de ferramentas e vestígios de sangue que possam ter sido utilizados no esquartejamento da vítima.
Os restos mortais foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para a identificação oficial da mulher por meio de exames de DNA e necropsia, além da determinação da causa exata da morte (se a vítima foi morta antes de ser esquartejada).
O acusado permanece sob custódia da Justiça e responderá pelos crimes de homicídio qualificado, feminicídio e ocultação de cadáver.

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