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Copasa informa que João Pinheiro já recebeu mais de R$ 74 milhões de investimentos para prestação de serviços

Prestação de serviços da Copasa em João Pinheiro já recebeu mais de R$ 74 milhões de investimentos 

Em nota enviada ao Sputnik Voz do Povo, a Copasa informou que a cidade de João Pinheiro já recebeu mais de R$74 milhões de investimentos da a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) nas estruturas de água e esgoto. A empresa diz que estuda novas possibilidades de melhorias de seus sistemas.  

Através de e-mail a Copasa informou que uma nova ETA já é projetada para João Pinheiro. O gerente da Unidade de Serviço de Expansão Oeste (USEO), Edilson Alves, falou sobre o assunto. “Estamos trabalhando em um projeto para duplicação de uma adutora de água bruta e implantação de uma nova Estação de Tratamento de Água (ETA)”.  

A Copasa, informou que já empregou no município R$28 milhões no sistema de abastecimento, contemplando uma Estação de Tratamento de Água (ETA) com capacidade para tratar 90 litros por segundo e 176 quilômetros de redes de fornecimento. Todos os dias a população consome, em média, sete milhões de litros de água, que chegam até os imóveis por meio de sete reservatórios e 14.201 ligações.  

De acordo com a concessionaria a água antes de ser consumida pelos pinheirenses, passa por um rigoroso controle de qualidade. Técnicos da Companhia realizam várias análises antes, durante e depois do processo de tratamento, seguindo todos os padrões legais e respeitando as determinações do Ministério da Saúde. 

A empresa afirma que as contribuições da Copasa para a qualidade de vida da população se estendem ao esgotamento sanitário, que começou a ser operado pela empresa em 2003. Desde então, R$46 milhões foram investidos na construção de uma Estação de Tratamento (ETE) com capacidade de 50 litros por segundo, que recebe o esgoto de 14.467 ligações e na construção de sete elevatórias e quase 160 quilômetros de redes coletoras.

A Copasa segue dizendo que assim como a água, o esgoto também é rigorosamente analisado, para assegurar que será devolvido para a natureza sem risco de poluí-la. A ETE possui laudos técnicos certificados pelos órgãos regulamentadores, os quais atestam sua eficiência.

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