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Vereador de Lagoa Grande é acusado de falsificação de diploma, desvio de função e quebra de decoro parlamentar

CPI acusa o prefeito Edson Sabino de Lima de tentar atrapalhar os andamentos dos trabalhos de investigação

A Câmara Municipal de Lagoa Grande concluiu os trabalhos da CPI para averiguar denúncia que foi ofertada por populares contra o vereador João Paulo de Souza.

De acordo com o relatório da (CPI), o vereador chegou a ocupar o cargo de assistente administrativo, professor de Sociologia do Estado e Vereador.

De acordo com o que foi apurado ficou constatado que o vereador atuava como Chefe de Gabinete, desviado de sua função.

A informação é que as pessoas que procuravam o prefeito eram encaminhadas para ser atendidas pelo vereador.

O legislador estaria então fazendo papel duplo de fiscal da lei e ao mesmo tempo praticava os atos que ele mesmo investigava como vereador de Lagoa Grande.

De acordo com os dados apresentados no relatório final o vereador atuava como chefe de gabinete do prefeito e vereador.

O relatório foi lido na última sessão da Câmara, realizada na terça, dia 04 de agosto.

O vereador é acusado de ter falsificado diploma para tomar posse no cargo de professor de Sociologia do Estado de Minas Gerais.

De acordo com documento encaminhado a nossa redação de jornalismo, o vereador João Paulo, já responde a processo administrativo na Secretaria de Educação de Minas Gerais.

O processo administrativo se deve a acusação que o vereador teria apresentado documentos falsos para tomar posse no cargo de professor de Sociologia.

Devido a pandemia do Covid-19, os prazos processuais encontram-se suspensos.

O relatório será votado na próxima reunião da Câmara Municipal, prevista para o dia 18 de agosto.

O relatório será encaminhado a Mesa Diretora que irá decidir se acata ou não a indicação de cassação do mandato do vereador por quebra de decoro parlamentar.

A CPI encaminhou para o Ministério Público o relatório final para que o Judiciário investigue o eventual crime de falsificação de diploma.

Também requereu ao Ministério Público que investigue o prefeito Edson Sabino de Lima por tentar atrapalhar os andamentos dos trabalhos da CPI.

Foi solicitado que seja investigado também o descumprimento do decreto por ele expedido e apurar a responsabilidade do prefeito quanto ao desvio de função do ex servidor.

De acordo com o relatório da CPI, o acusado alega que os trabalhos seriam voluntários ao município.

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