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Point das Fabricas acusada de golpes em clientes fecha lojas e deixa funcionários abandonados em Sete Lagoas

A empresa responde a vários processos por vender consórcios e não cumprir com os pagamentos.

Em João Pinheiro, várias vítimas já procuraram a justiça para tentar receber os investimentos feitos através de contratos firmados quando a loja estava com trabalhos na cidade.

Os funcionários da empresa Point das Fábricas, localizada no centro de Sete Lagoas, foram surpreendidos quando chegaram para trabalhar nesta terça-feira (26), é a loja estava fechada, sem que houvesse qualquer aviso prévio ou explicação por parte dos responsáveis. O medo é de calote e se haverá algum acerto de direitos trabalhistas.

Os prejuízos que vão de 10 a 20 mil por cliente, que na maioria das vezes são pessoas de baixa renda que acreditaram na possibilidade de conseguir uma motocicleta ainda nos primeiros pagamentos através de sorteios, as alegações são semelhantes: pagam o consórcio, mas não levam o produto.

Áudio de um funcionário circulou no WhatsApp onde ele alertava um amigo do ocorrido e lamentava possíveis perdas com o inesperado fechamento da empresa de consórcios. “Fomos trabalhar e a loja estava fechada. Ou seja, acho que não abre mais, perdemos tudo o que tínhamos. Seis anos de empresa… e agora sem perspectiva, 13º pagamento, salário. Não vamos receber nada”, afirmou.

Representantes da empresa chegaram a vir até a cidade de João Pinheiro, em ocasião onde a empresa aplicou vários cheques sem fundo em clientes que resolveram negociar com a empresa abrindo mão do valor total e chegando a aceitar até 50% do total pago para a empresa acreditando que receberiam ao menos um pouco do dinheiro de volta, nesta ocasião cheques com 90 dias para deposito foram passados aos clientes, mas a empresa sustou todos os cheques e procurou o PROCOM de João Pinheiro afirmando que faria um novo acordo mas desta vez junto ao PROCOM, onde pagariam em 8 parcelas os valores dos cheques mas pediu ao PROCOM que orientasse aos clientes a devolver os cheques para os representantes da empresa na ocasião o “Gerente Flavio”, acordo que também não foi cumprido pela empresa.

Diante da nova situação o Gerente Flavio, foi procurado pela nossa equipe de reportagem, mas o mesmo nos relatou que a dois meses foi informado pela a empresa que ele não trabalhava mais na empresa.

Em conversa com uma funcionária da empresa que pediu para preserva seu nome por medo de represarias, relatou a nossa equipe de reportagem que na manhã da última terça-feira (26), chegaram à loja e ao encontrar a mesma fechada, os funcionários ligaram para a pessoa responsável pela empresa que desligou o telefone deixando todos sem nem um tipo de informação. Ela nos relatou também que todos os funcionários irão busca na justiça, em todas as Instâncias possíveis os seus direitos que vão de 4 a 7 anos de trabalhos prestados entre salários e benéficos que não foram recebidos.

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