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Como surgiu a profissão dos dentistas? Conheça a história!

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A história da odontologia não possui uma data exata de início, mas sabe-se que as preocupações que possibilitaram a formação dos atuais dentistas é tão antiga quanto muitas das demais áreas que conhecemos. Neste artigo, falaremos sobre a linha histórica desta que é uma profissão importantíssima atualmente. Seu surgimento, avanço e atualidade. Veja:

História da odontologia

As primeiras referências à odontologia datam de 3.700 a.C tendo sido encontrados, em manuscritos egípcios, citações sobre alguns problemas bucais, entre os quais dor de dente e feridas gengivais.

Na corte do faraó Zoser, o grande especialista da arte dentária chamava-se Hesi-Re.

Achados arqueológicos dão conta que, em 2750 a.C, já se procedera procedimentos cirúrgicos; em uma mandíbula, duas perfurações abaixo das raízes do primeiro molar inferior mostram que ali ocorrera drenagem de um abscesso dentário. Referências sobre a odontologia também foram encontradas em documentos da Mesopotâmia, hoje Iraque. Ainda na antiguidade, na China, achados antropológicos evidenciam que essa população acreditava que a cárie dentária era causada pelo verme dental, sendo suas terapêuticas e diagnósticos baseados em rituais mágico-religiosos. De forma geral, os povos antigos se alicerçavam em explicações místicas para explicar as doenças bucais.

A história dos dentistas em cinco partes

• Da pré-história até os anos 30

Apesar de não existirem registros claros sobre dentistas no início da civilização, entende-se, através de pedras e pergaminhos, que os antigos acreditavam que o sol curava todas as infecções, inclusive as dentárias.

Também os gregos primitivos adoravam o sol, sendo Apolo, o deus Sol, sua divindade, e na igreja Católica, Santa Apolônia tornou-se a imagem à qual se rende tributo para as dores dentárias. Como se pode ver, apesar de não existirem dentistas como conhecemos nesta época, as preocupações com o trato dos dentes já estavam presentes e possibilitaram os avanços na área.

• Odontologia na Idade média

Em 1363, Guy de Chauliac, cirurgião-dentista em Avignon, introduziu pela primeira vez o termo “dentista” na história da profissão.

Nesta mesma época, adotou a ligadura intermaxilar nas fraturas e começou a recomendar que as pessoas procurassem dentistas para retirarem seus dentes. Até 1700, esses profissionais atuaram tipicamente em praças de mercados, atendendo em meio a uma centena de curiosos.

• Modelos de gesso e modelagem para próteses

1746
Claude Mouton descreve uma coroa e um poste de ouro a serem retidos no canal radicular. 
Ele também recomenda esmalte branco para coroas de ouro para uma aparência mais estética.

Em 1746, Claude Mouton publicou o seu primeiro trabalho. Este se relacionava à prótese. Nesta época, a profissão intitulada como dentista evoluiu muito. Após 10 anos do feito de Claude, Philip Pfaff lançou seu primeiro livro de Odontologia, em 1756. Neste material, Philip ensinava como os modelos de gesso deviam ser preparados e instruía, ainda, sobre a confecção de outros tipos de prótese e o capeamento pulpar.

Próximo ao final do século, surgiu mais uma importante inovação na área da odontologia. Os dentes em porcelana, que são um grande marco do avanço desta área.

• Das cadeiras de madeira até as metálicas

Em 1871 foi fabricada uma cadeira odontológica feita em metal e alguns anos mais tarde, em 1892, Wilkerson tornou-se conhecido por criar um novo modelo. Nesta modernização, os movimentos deixaram de ser feitos por manivelas, passando ao controle por alavancas, uma grande inovação!

Como era necessário que o paciente ficasse com a boca aberta por bastante tempo, é datada desta época, também, outros aparelhos e ferramentas que passaram a auxiliar, e facilitar, os procedimentos. A partir de 1882, o sugador de saliva passou a fazer parte dos consultórios e está neles até hoje. Esta modernização impactou, positivamente, toda a trajetória da profissão.

• Prevenção, Implante e Odontologia Social

Para exercer a profissão de dentista, sempre foi preciso considerar o diagnóstico e o tratamento das doenças bucais. E, a fim de prevenir a placa bacteriana, uma das mais comuns enfermidades tratando-se da boca, criaram-se técnicas e medidas com potencial para esta prevenção.

A importância em conhecer sobre as possíveis doenças e problemas dentários é grande a toda a população. Apesar de existirem hoje muitos profissionais da área, o cuidado ocorre basicamente no dia a dia, dentro de casa. Muitos dentistas têm, graças a isso, trabalhado para oferecer meios de prevenção aos seus pacientes.

O flúor, ingrediente presente na pasta de dente, foi um grande avanço neste campo, contribuindo com o trabalho destes profissionais.

Odontologia no Brasil

Estudos mostram que, quando o Brasil foi descoberto, os índios possuíam dentes bem implantados, poucas cáries, mas suficiente abrasão causada pela mastigação de alimentos duros. A tribo Kuikuro, do norte de Mato Grosso, preenchia as cavidades dentárias com resina de jatobá aquecida, que cauterizava a polpa e funcionava como obturação. A odontologia aportou no Brasil a partir de sua descoberta, em 22 de abril de 1500, trazendo os “barbeiros” para tratar dos dentes da população; eram homens iletrados, rudes, que exerciam seus trabalhos nas barbearias, ruas ou em domicílio.

O exercício da arte dentária no Brasil apenas foi regularizado em 09 de novembro de 1629 com a carta régia de Portugal. A partir desta data, todos os barbeiros teriam que passar por um exame de habilidade e provar que realmente entendiam da arte dentária. Quando a família real portuguesa já se instalara no Brasil, D João VI nomeou o cirurgião-mor do exército José Correia Picanço para controlar o exercício das funções realizadas pelos sangradores, dentistas, parteiras e outros.

Em 1820, chegou ao Brasil o francês Eugênio Frederico Guertin para exercer a função de dentista no Rio de Janeiro. Foi ele o primeiro autor de uma obra de odontologia feita no Brasil e de nome “Avisos Tendentes à Conservação do Dentes e sua Substituição”. A partir de então chegaram ao Brasil outros dentistas franceses, trazendo o que de melhor havia na odontologia mundial. A partir de 1840, começaram a chegar os dentistas dos Estados Unidos que pouco a pouco suplantaram os franceses.

No dia 25 de outubro de 1840 foi criado no Brasil o primeiro curso de odontologia (daí o dia do dentista ser 25 de outubro). Tinha a duração de três anos e estava ligado à faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Ao concluir o curso, o aluno recebia o título de cirurgião-dentista. Em 1911, por decreto promulgado pelo então presidente Epitácio Pessoa, o curso de odontologia se separou da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, oferendo curso de três anos. Em 1947, o curso de formação de dentistas passou a ter quatro anos, tendo formado sua primeira turma em 1951.

A “arte de curar”

“A arte de curar” é uma expressão muito comum entre as matérias responsáveis pelo trato e prevenção da saúde, sendo frequentemente atribuída a profissionais de carreira médica.

Dentro da odontologia, este conceito ficou conhecido como “Medicina preventiva” uma vez que grande parte dos dentistas trabalha de modo antecipado, antes que um problema dentário, de fato, ocorra.

A profissão espelha e inspira muitos jovens que se dedicam por anos para obter tal capacitação e título e é de extrema importância também.

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