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Polícia Civil Indicia Jovem de 18 Anos por Estupro de Vulnerável em Rio Paranaíba

Crime ocorreu durante festa religiosa no distrito de Pedreiras; laudo pericial e roupas com sangue foram fundamentais para desmentir versão do agressor contra criança de 11 anos.

RIO PARANAÍBA – A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) colocou um ponto final nas investigações de um crime que abalou o distrito de Pedreiras e toda a região do Alto Paranaíba. Um jovem de 18 anos foi formalmente indiciado pelo crime de estupro de vulnerável após violentar uma criança de apenas 11 anos durante as celebrações da festa de São Sebastião, em janeiro deste ano. A conclusão do inquérito é um alento para a família da vítima e uma demonstração da eficácia da perícia técnica mineira.

O Cenário do Horror

O caso veio à tona no auge da festividade, quando a mãe da criança a encontrou em estado de choque e apresentando sangramento. Enquanto a comunidade celebrava, um rastro de violência era deixado para trás. Testemunhas foram cruciais ao relatarem ter visto um homem abandonando o local em um automóvel logo após o ato.

Com base nas descrições, a PCMG localizou o suspeito em sua residência. No local, os policiais apreenderam vestimentas que continham vestígios de sangue — uma prova material robusta que, posteriormente, foi corroborada pelo laudo pericial confirmando a violência sexual.

A Tese da Defesa Cai por Terra

Durante os depoimentos, o investigado tentou se esquivar da gravidade do crime alegando que desconhecia a idade da vítima. No entanto, o delegado Guilherme Fonseca de Campos destacou que as testemunhas ouvidas contradisseram essa versão, e o conjunto probatório não deixou dúvidas sobre a autoria e a ciência da vulnerabilidade da criança.

“As provas colhidas ao longo das apurações permitiram esclarecer a dinâmica dos fatos e fundamentar o indiciamento”, afirmou o delegado. Para a polícia, a combinação de elementos periciais, testemunhais e materiais formou um cerco sem brechas para a impunidade.

Denunciar é Proteger

Este caso reforça o alerta para pais e responsáveis durante eventos públicos. A PCMG reitera que o combate ao abuso infantil depende da coragem de denunciar. Canais como o Disque 100 e o 181 garantem o anonimato e são as ferramentas mais eficazes para retirar predadores de circulação.

Reflexão

Um crime desta natureza em uma festa religiosa fere não apenas a vítima, mas toda a cultura e a segurança de um povo. Quando a ciência forense encontra as provas no sangue e nos depoimentos, a justiça deixa de ser uma esperança para se tornar uma realidade.

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Por Jeferson Sputnik Jornalista RTP 0021471/MG

Jornalista RTP 0021471/MG Radialista Social Media Mais de 100 milhões de acessos em 2022 Assessor parlamentar Câmara dos Deputados Brasília Sangue A Positivo

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