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Recordam na ONU a barbárie do tráfico transatlântico de escravos

O secretário geral da ONU, António Guterres, recordou no último dia (23), que o tráfico transatlântico de escravos foi uma das manifestações mais horríveis da história da barbárie humana.

Mais de 15 milhões de pessoas foram vítimas deste crime desprezível durante mais de 400 anos, escreveu em sua conta oficial no Twitter com motivo do Dia Internacional para a Lembrança do Tráfico de Escravos e sua Abolição.

‘Devemos honrar sua memória enquanto continuamos lutando contra o racismo e os preconceitos.’ 

Por sua vez, a presidenta da Assembléia Geral da ONU, María Fernanda Espinosa, afirmou que a trata de escravos é dos fatos históricos que mais repugna: pessoas arrancadas de suas famílias e suas terras com o propósito de aumentar os ganhos de alguns poucos

Hoje, como sempre, sustentamos nossa luta contra toda forma de opressão, violência e discriminação, enftizou Espinosa em sua plataforma oficial no Facebook.

Ao comemorar-se nesta sexta-feira o Dia Internacional para a Lembrança do Tráfico de Escravos e sua Abolição, aÂáONUÂáe suas agências procuram enfatizar essa memória histórica e a resistência daqueles que foramÂásequestrados e explorados.

O dia 23 de agosto marca o aniversário da insurreição das pessoas escravizadas na parte ocidental da ilha de Santo Domingo, que ao proclamar sua independência retomou o nome de Haiti.

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