Weliton Prado Assume Presidência da Comissão do Idoso em Momento Histórico de Envelhecimento da População Brasileira
Deputado mineiro foi eleito por unanimidade e reforça histórico de atuação em pautas sociais e de saúde pública
Em um momento em que o Brasil envelhece em ritmo acelerado, a Câmara dos Deputados escolheu quem estará à frente de uma das comissões mais estratégicas da Casa. O deputado Weliton Prado (Solidariedade-MG) foi eleito por unanimidade, nesta terça-feira (10), presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa.
A eleição consolida o protagonismo do parlamentar mineiro em pautas sociais sensíveis e amplia sua influência no debate sobre políticas públicas voltadas à população idosa — um dos segmentos que mais cresce no país.
Trajetória marcada por pautas sociais
Weliton Prado está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal. Antes de chegar ao Congresso Nacional, foi vereador em Uberlândia e deputado estadual por dois mandatos. Ao longo da carreira, construiu atuação destacada na área da saúde, especialmente no combate ao câncer, tendo presidido comissões especiais sobre o tema em 2021 e 2023.
Em 2024, comandou a Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, e, em 2025, foi vice-presidente da Comissão do Idoso — função que agora assume em caráter definitivo, com a presidência.
A eleição por unanimidade sinaliza articulação política sólida e reconhecimento entre os pares.
O que está em jogo
A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa tem papel estratégico no Legislativo. Entre suas atribuições estão:
- Receber e investigar denúncias de violação de direitos da pessoa idosa;
- Fiscalizar e acompanhar programas governamentais;
- Analisar projetos de lei que tratam do regime jurídico da população idosa;
- Monitorar políticas públicas e a atuação de conselhos de direitos em âmbito federal, estadual e municipal;
- Elaborar e acompanhar programas de apoio a idosos em situação de vulnerabilidade social.
Segundo dados do IBGE, o Brasil caminha para ter mais idosos do que crianças nas próximas décadas, o que torna urgente o fortalecimento de políticas públicas voltadas a saúde, assistência social, mobilidade, renda e proteção contra violência e abandono.
Desafios à frente
A presidência da comissão coloca Prado no centro de debates como o financiamento da saúde pública para idosos, o fortalecimento do Estatuto da Pessoa Idosa, o combate a fraudes previdenciárias e a ampliação de redes de proteção social.
Em um país que envelhece rapidamente, garantir dignidade na terceira idade deixou de ser apenas uma pauta social — tornou-se uma questão estrutural de planejamento nacional.
A pergunta que fica é: o Brasil está preparado para cuidar de quem ajudou a construir sua história?

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