fbpx

JOÃO PINHEIRO DAS MINAS GERAIS O DIA EM QUE À TERRA PAROU

O DIA EM QUE À TERRA PAROU, onde ninguém poderia imaginar tamanha calamidade ao presenciar com os próprios olhos o ritmo lento de cada situação, onde algo desconhecido e invisível causa uma inesperada mudança ao sistema, trazendo uma harmonia entre todos os credos e classes sociais.

Uma sensação que você está sendo arrancado do mundo onde acreditava estar seguro. Um mito, que a cada instante se torna mais real.

Muitos acreditam em teorias da conspiração, outros em eventos espirituais, mas é inegavelmente um momento difícil de ser explicado, onde tudo era conhecido na ficção, mas que agora ganhou vida e o mundo parou.

A letra cantada por Raul Seixas, que de alguma forma narrou esta história a muitos anos atrás, como se estivesse presente, vivendo o momento que todos estamos submetidos em nossos dias atuais, na época talvez muito fantasioso, mas agora muito real.

Tudo se faz quieto e angustiante, diante de um perigo invisível e silencioso. Muitos não observaram na sua existência, os vários fenômenos acontecendo a nossa volta. Mortes, fome, enchentes, queimadas, queda da qualidade do ar, desertificação, desigualdade social e agora uma ameaça invisível que coloca toda a humanidade na eminência de um colapso.

Talvez seja só uma amostra do quanto não conhecemos o mundo que vivemos, onde de repente tudo pode mudar e acontecer muito rápido.  É preciso mudar os hábitos para que possamos ter coisas simples de volta ao nosso cotidiano, as quais não demos valor.

Momento para nos revolucionarmos por completo, todos nós, bilhões de seres humanos, para que nosso planeta não se torne uma terra de ninguém, inabitáveis, inóspitas.

Que esta revolução aconteça e ao fim de toda a situação que muito antes já havia sido narrada pelo rei do Rock brasileiro Raul Seixas, mas que se tornou real e aflige a todos.

Nesta situação de futuro desconhecido, mas de um presente impactante.

O historiador, professor e jornalista Welingthon Ney, deu imagens a voz do nosso cantor, nas ruas de nossa cidade mostrando o cenário digno de um filme de ficção científica, mas porém, com um cenário real. Welingthon Ney através de uma lente de uma câmera, nos faz degustar de uma realidade amarga da nossa cidade e do mundo diante de um isolamento social.

O registro de uma mudança radical na forma como entendemos a vida. A história que talvez sejamos nós mesmos que a escrevemos bem antes de vivê-la. Trouxemos ela até nós.

Uma homenagem ao saudoso senhor Carmelo Andrade que antes de falecer no ano de 2019 dizia o seguinte: “O ser humano perdeu o rumo, a ira de Deus não tardará e será por doença”.

Imagens da nossa querida cidade de João Pinheiro-MG nos dias de quarentena diante da pandemia global que deixou todos estagnados perante ao coronavírus COVID-19.

Comentários

%d blogueiros gostam disto: