Avó denuncia professora por supostas agressões contra neto de 6 anos em escola de João Pinheiro
Uma grave denúncia foi registrada na Polícia Civil de João Pinheiro
A senhora Lúcia Tavares de Miranda procurou as autoridades após descobrir que as dores de cabeça frequentes de seu neto, de apenas seis anos, poderiam estar relacionadas a agressões sofridas dentro da Escola Presidente Olegário. Segundo o relato da avó, a autora das supostas agressões seria uma professora identificada como Ana Carolina.
Denúncia surgiu após relato de coleguinha da vítima
De acordo com Lúcia, a descoberta do caso ocorreu quando um coleguinha do neto visitou a família e revelou que a criança estava sendo agredida dentro da escola. Ainda segundo o menino, a responsável pelas agressões seria a própria professora.
Indignada, a avó foi até a direção da escola para relatar a situação e cobrar providências. No primeiro momento, foi orientada a aguardar, pois a direção tomaria medidas em relação ao caso. No entanto, ao retornar posteriormente para saber sobre o andamento da denúncia, ela afirma ter sido confrontada e até ameaçada pela professora acusada.
Escola e autoridades se manifestam sobre o caso
Buscando mais esclarecimentos, o Sputnik Voz do Povo entrou em contato com a direção da Escola Presidente Olegário. No entanto, a diretora informou que não poderia se pronunciar sobre o caso, pois não tinha autorização jurídica para falar. A responsabilidade, segundo ela, seria da Superintendência Regional de Educação.
Nossa equipe também procurou a Superintendência Regional de Educação em Paracatu, que alegou também não poder comentar sobre o caso.
O Sputnik Voz do Povo repudia a falta de esclarecimentos sobre a situação e cobra providências da Superintendência Regional de Educação, além de solicitar a intervenção do Ministério Público para que a verdade seja apurada e medidas sejam tomadas.
Polícia Civil inicia investigação
Em resposta às denúncias, a Polícia Civil de Minas Gerais, por meio da 6ª Delegacia de Polícia Civil de João Pinheiro, emitiu uma nota oficial ao Sputnik Voz do Povo. No comunicado, a corporação informou que tomou conhecimento da ocorrência registrada na data de 1º de abril de 2025 e já iniciou diligências para apurar os fatos.
A nota reforça o compromisso da Polícia Civil com a proteção da sociedade, especialmente de pessoas em situação de vulnerabilidade, e garante que todas as denúncias serão tratadas com sigilo e seriedade. Por se tratar de uma investigação em andamento, maiores detalhes não foram divulgados, respeitando a legislação vigente e a eficácia das diligências em curso.
A comunidade escolar e a população de João Pinheiro aguardam esclarecimentos e medidas concretas sobre o caso.
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