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	<title>Arquivos Fontes: Tribunal de Justiça de Minas Gerais (Ata da Sessão do Júri e Sentença – Processo nº 0019371-08.2011.8.13.0363) e Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG). - Sputnik Voz do Povo</title>
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	<description>Jornal Diário Independente</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Jul 2026 19:51:41 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Fontes: Tribunal de Justiça de Minas Gerais (Ata da Sessão do Júri e Sentença – Processo nº 0019371-08.2011.8.13.0363) e Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG). - Sputnik Voz do Povo</title>
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		<title>Condenado por homicídio em João Pinheiro é preso em Goiás após decisão do Tribunal do Júri</title>
		<link>https://sputnikvozdopovo.com.br/2026/07/08/condenado-por-homicidio-em-joao-pinheiro-e-preso-em-goias-apos-decisao-do-tribunal-do-juri/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=condenado-por-homicidio-em-joao-pinheiro-e-preso-em-goias-apos-decisao-do-tribunal-do-juri</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Edição e Redação: Alane Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:51:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Fontes: Tribunal de Justiça de Minas Gerais (Ata da Sessão do Júri e Sentença – Processo nº 0019371-08.2011.8.13.0363) e Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG).]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ivan Alves Neves foi condenado a 12 anos de prisão em regime fechado; captura ocorreu no mesmo dia do julgamento</p>
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<h6 class="wp-block-heading"><strong>Ivan Alves Neves foi condenado a 12 anos de prisão em regime fechado; captura ocorreu no mesmo dia do julgamento após atuação conjunta do Ministério Público e das polícias de Minas Gerais e Goiás</strong></h6>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Crime ocorreu em um bar de João Pinheiro em 2010</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a denúncia acolhida pela Justiça, o homicídio aconteceu no dia <strong>6 de abril de 2010</strong>, no estabelecimento comercial conhecido como <strong>&#8220;Bar do Dedé&#8221;</strong>, localizado na <strong>Rua Alípio Gomes, nº 30, no bairro Itaipu, em João Pinheiro (MG)</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a acusação do Ministério Público, <strong>Ivan Alves Neves</strong> efetuou disparos de arma de fogo contra <strong>Marcos Antônio Benjamin de Freitas</strong>, provocando lesões que causaram sua morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A condenação de um réu pelo Tribunal do Júri de João Pinheiro resultou em uma prisão poucas horas após o encerramento da sessão de julgamento. A rápida atuação das forças de segurança garantiu o cumprimento imediato da decisão judicial, em conformidade com entendimento recente do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ivan Alves Neves foi localizado e preso no Estado de Goiás após ser condenado pelo homicídio qualificado de Marcos Antônio Benjamin de Freitas, crime ocorrido em abril de 2010, no bairro Itaipu, em João Pinheiro.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Condenação pelo Tribunal do Júri</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Após mais de uma década de tramitação processual, o Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, rejeitou a tese de absolvição apresentada pela defesa e manteve a qualificadora de recurso que dificultou a defesa da vítima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base na decisão soberana dos jurados, o juiz Hugo Silva Oliveira condenou Ivan Alves Neves a <strong>12 anos de reclusão</strong>, em regime inicial fechado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão do Tribunal do Júri foi encerrada na tarde de 7 de julho de 2026, quando a sentença foi lida em plenário e determinado o cumprimento das medidas judiciais decorrentes da condenação.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>STF determina execução imediata da pena</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o condenado respondesse ao processo em liberdade mediante medidas cautelares, a execução da pena passou a ser imediata em razão do entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do <strong>Recurso Extraordinário nº 1.235.340 (Tema 1068)</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, o STF estabeleceu que condenações proferidas pelo Tribunal do Júri devem começar a ser cumpridas imediatamente, independentemente da interposição de recursos, em respeito ao princípio constitucional da soberania dos veredictos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nesse entendimento, o juiz indeferiu o direito de recorrer em liberdade e determinou a expedição do mandado de prisão e da guia de execução provisória da pena.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Prisão ocorreu no mesmo dia em Goiás</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Após a expedição do mandado judicial, o Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG) acionou a Polícia Militar de Minas Gerais, que atuou em conjunto com a Polícia Militar do Estado de Goiás.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação resultou na localização e prisão de Ivan Alves Neves ainda no mesmo dia da condenação, garantindo o cumprimento imediato da decisão proferida pelo Tribunal do Júri.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério Público, a atuação integrada entre as instituições assegurou a efetividade da sentença e a aplicação da decisão judicial em conformidade com o entendimento do Supremo Tribunal Federal.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph">A prisão de Ivan Alves Neves representa uma das primeiras aplicações práticas, na comarca de João Pinheiro, do entendimento firmado pelo STF sobre a execução imediata das condenações do Tribunal do Júri.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso reforça a aplicação do princípio da soberania dos veredictos e demonstra a integração entre o Poder Judiciário, o Ministério Público e as forças policiais para garantir o cumprimento das decisões judiciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fontes:</strong> Tribunal de Justiça de Minas Gerais (Ata da Sessão do Júri e Sentença – Processo nº 0019371-08.2011.8.13.0363) e Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG).</p>
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