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	<title>Arquivos Legalização do aborto volta ao debate público com julgamento no STF - Sputnik Voz do Povo</title>
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	<title>Arquivos Legalização do aborto volta ao debate público com julgamento no STF - Sputnik Voz do Povo</title>
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		<title>Legalização do aborto volta ao debate público com julgamento no STF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Por Jeferson Sputnik Jornalista RTP 0021471/MG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2023 12:15:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Legalização do aborto volta ao debate público com julgamento no STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas comentam tema; voto de ministros será presencial Por: Elivan Alves, Jornalista A descriminalização do aborto&#160;até a 12ª semana de</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong>Especialistas comentam tema; voto de ministros será presencial</strong></h3>



<p><em>Por: Elivan Alves, Jornalista</em></p>



<p>A descriminalização do aborto&nbsp;até a 12ª semana de gravidez,&nbsp;que começou a ser julgada virtualmente&nbsp;pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na madrugada do dia 22 de setembro, é tema polêmico&nbsp;tanto entre grupos mais conservadores&nbsp;que se opõem à legalização, como os evangélicos, quanto entre movimentos de esquerda e mais progressistas.&nbsp;<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?w=800&#038;ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?w=800&#038;ssl=1"></p>



<p>A presidente do STF, ministra Rosa Weber, é relatora do processo e registrou, na sexta-feira (22), o voto a favor de que a prática não seja considerada crime. O ministro Luís Roberto Barroso pediu que o julgamento fosse suspenso e levado ao plenário físico. A nova data ainda não foi marcada. </p>



<p>Nesta quinta-feira (28) é celebrado o&nbsp;Dia de Luta pela Descriminalização e Legalização do Aborto na América Latina e Caribe. A Frente de São Paulo contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto convoca partidos, movimentos e coletivos para ato unificado a favor da pauta. A concentração começa&nbsp;às 17h&nbsp;no vão do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp).&nbsp;</p>



<p>Na América Latina, diversos países já legalizaram o procedimento. Em 2012, enquanto o Brasil ainda decidia se o aborto de anencéfalos era crime ou não &#8211; o STF decidiu que não -, o Uruguai já legalizava a prática, independentemente da situação da gestante e da concepção. Em 2020, 2021 e 2022, a Argentina, o México e a Colômbia, respectivamente, se juntaram ao Uruguai.</p>



<p>A descriminalização é uma recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que defende que seja um direito de todas, sem limite de idade gestacional, e que se opte&nbsp;preferencialmente&nbsp;pelo aborto medicamentoso, com misoprostol e mifepristona, proibido&nbsp;no Brasil.</p>



<p>Na região metropolitana de São Paulo, a pauta ganhou destaque neste mês. A Câmara Municipal de Santo André promulgou a Lei nº 10.702, proibindo que qualquer órgão da administração local, direta ou indireta ou autarquia &#8220;incentive ou promova a prática do aborto&#8221;. O Artigo 128 do Decreto-lei nº 2.848 diz que não se pune o médico que executa o procedimento para salvar a gestante e em caso de estupro da mulher. A Lei nº 10.702 foi uma proposta do vereador Márcio Colombo (PSDB). No Brasil, o aborto é considerado legal em casos de gestação decorrente de estupro, risco de vida à gestante e anencefalia fetal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Julgamento&nbsp;moral&nbsp;</h2>



<p>Para a médica ginecologista e obstetra Helena Paro, a postura de&nbsp;profissionais mais conservadores quanto ao direito ao aborto em qualquer circunstância é um elemento que gera negligência em consultórios e hospitais, estendendo-se até mesmo às&nbsp;pacientes que estão respaldadas pela lei. A médica&nbsp;trabalha há cerca de seis anos com aborto legal e afirma que a atividade devolveu a ela &#8220;o sentido da vida&#8221;, pois se sente bem ao ajudar jovens. Helena citou uma paciente atendida&nbsp;há poucos dias&nbsp;que engravidou após ser vítima de estupro. Ela conta que, se a jovem&nbsp;mantivesse a gestação que não queria e nem programou para ter, reduziria a quase zero as chances de realizar o sonho de cursar arquitetura.</p>



<p>&#8220;O sofrimento maior é o do estigma e o&nbsp;de morrer na clandestinidade&#8221;, resume a profissional, que é professora de Medicina e integrante do Nuavidas, do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais.</p>



<p>Helena afirma&nbsp;que grupos contrários à descriminalização pressionam quem é a favor e, no seu caso, apresentam questionamentos a órgãos públicos.&nbsp;&#8220;A gente tem um Estado laico, mas também uma cruz nas paredes dos salões das sedes dos Poderes&#8221;, afirma, fazendo referência ao símbolo colocado nesses locais e à interferência do cristianismo na tomada de decisões e na proposição de leis.&nbsp;A ginecologista argumenta que &#8220;o aborto que mata é o clandestino&#8221;.</p>



<p>De acordo com a Pesquisa Nacional de Aborto 2021, estima-se que 5 milhões de mulheres tenham feito aborto em todo o país. A proporção é de que uma em cada sete já fez o procedimento até os 40 anos de idade, sendo que 81% delas têm religião, o que sugere que, mesmo com suas crenças, consideram ser mais urgente resolver a gravidez por não desejarem dar à luz a uma criança que não querem naquele momento. O estudo indica que muitas das mulheres têm religião de linha conservadora e, mesmo assim, fazem o aborto, ainda que não compartilhem a decisão com outras pessoas. Para movimentos a favor da legalização, a atitude revela hipocrisia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perigos e barreiras</h2>



<p>Os movimentos feminista e mulherista chamam a atenção para o fato de que o aborto clandestino coloca as mulheres em&nbsp;situação de maior vulnerabilidade e, por essa razão, defendem que se trata de uma questão de saúde pública. Essa&nbsp;associação pode ser observada por meio&nbsp;de outro dado da pesquisa nacional: 43% delas precisam ser hospitalizadas após o procedimento.</p>



<p>O risco do aborto feito de modo improvisado, sem a proteção legal e, portanto, sem assistência&nbsp;adequada&nbsp;de profissionais de saúde, pode levar à morte e, nesse cenário, a maioria é negra. De acordo com o mais recente levantamento oficial do país, 64% das mulheres que perderam a vida após tentar fazer um aborto não especificado &#8211; termo mais usado para os abortos clandestinos &#8211;&nbsp;tinham esse perfil,&nbsp;tendo como&nbsp;base o intervalo de 2012 a 2021. De 2012 a 2019, mais de 192 mil mulheres foram internadas após abortos não especificados ou após a tentativa dar errado.</p>



<p>A advogada Letícia Vella, do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, avalia que, se a mentalidade do país fosse outra, o acesso seria mais fácil até para quem tem, atualmente, direito a fazer um aborto. &#8220;As barreiras são inúmeras&#8221;, observa.</p>



<p>Ela citou, entre essas barreiras: poucos serviços que oferecem consultas para que se chegue à possibilidade de realização do procedimento; objeção de consciência por parte dos profissionais; limite de idade gestacional; autorização judicial, quando não é necessária; e desconfiança na palavra das mulheres. Citou ainda tentativas de verificar a compatibilidade da idade gestacional com a época da violência (estupro) e a desconsideração de doenças crônicas.</p>



<p>Mais informações no programa “Impacto Notícias”, a partir das 12Hrs. Acompanhe pelo link&nbsp;<a href="https://sputnikvozdopovo.com.br/sertafm">https://sputnikvozdopovo.com.br/sertafm</a>&nbsp;e também pela SertaFM 101,5.</p>



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